domingo, 21 de junho de 2020

sábado, 20 de junho de 2020

FAROFA



Essa semana eu cozinhei feijão. Foi o jeito que encontrei para amenizar um pouco a saudade de casa, do meu País.

Hoje, meu marido e eu, jantamos o restinho delicioso dessa iguaria com sabor de Lar, terra e pertencimento.

Antes porém, senti vontade de fazer uma farofa para acompanhar nosso jantar. Detalhe: não tinha farinha.

Como sou uma pessoa que gosta muito de improvisar, e uso a minha cozinha para além de fazer comida saudável, faço arte com os alimentos que tenho. "Comida para mim, é arte sim. E o lugar dela é também no palco.

Pois bem, fiz minha primeira farofa com farinha de aveia e ficou muito boa. Trituramos no nosso triturador para que ela ficasse bem fininha. Gostamos assim.

Dourei a cebola no azeite e acrescentei ovos, farinha de aveia, temperos e por fim, salsinha e cebolinha diretamente da minha pequena varanda. Plantadas e colhidas por minhas mãos que agora escrevem.
#terezinhamalaquias

sexta-feira, 19 de junho de 2020

A MARGEM DO RIO
Gosto de caminhar a margem do rio sempre que posso. Hoje de manhã, pouco antes das 09h00, eu já estava voltando da fisioterapia para o meu Lar, contemplando a natureza ao meu redor. Verde, àgua, pássaros cantando e o amor que apareceu de bike. Sim, encontrei meu marido que estava de bicicleta indo para o trabalho. O tempo era curto, mas trocamos algumas palavras e abraços!
Bom dia!
Boa semana!
Terezinha Malaquias
#terezinhamalaquias

quarta-feira, 10 de junho de 2020

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Se a dor de pret@s e pobres não toca o seu coração e não te faz refletir sobre o racismo e a desigualdade racial, eu sinto informar, mas você não está bem. Se a sua comoção é seletiva por cor de pele e status social, você não passa de um nada. Você não é nada. Nem gente é. Gente sente dor de gente injustiçada e morta diariamente no nosso Brasil. Em todos os lugares. Nas ruas, vielas, dentro de nossas casas. Nos batem e nos atiram sem nenhum motivo. Estão nos exterminando e não é de hoje. Sempre foi assim. Mais está cada vez mais pesado. Mais cruel. Tá insuportável.
Se a gente não sentar e dialogar sobre essas questões urgentemente, não sei como podemos continuar.
Por favor pare de fingir que não está vendo a matança. Seja solidária/solidário. Tenha coragem de ver a morte estampada nos olhos das famílias pretas e pobres. Nós queremos e precisamos viver. Todas as pessoas têm direto à vida. E o estado tem obrigação de nos proteger. Pare de nos adoecer e de nos matar.
(Hoje não dá para escrever bonito ou fazer uma arte bela). Hoje eu uso o meu espaço para protestar, para gritar. Espero que quem precisa possa me ouvir). Obrigada!

Freiburg, 20/05/2020
#terezinhamalaquias
#paredenosmatar

Terezinha Malaquias (Artista Multimídia) Poeta, Performer